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MEU ALENTEJO

ESTE BLOG E DEDICADO AO ALENTEJO E A MINHA TERRA QUE SE CHAMA "ALMODÔVAR"

ESTE BLOG E DEDICADO AO ALENTEJO E A MINHA TERRA QUE SE CHAMA "ALMODÔVAR"

MEU ALENTEJO

09
Jul09

A cozinha alentejana

silvia

A cozinha alentejana é muito airosa no paladar, devido à utilização de  plantas e ervas aromáticas que confere um sabor irresistível nos pratos alentejanos.
São variadíssimas as plantas que crescem nestas terras, deixamos-lhe alguns exemplos que poderá encontrar nas feiras e  supermercados alentejanos.

Poejos - utilizado em pratos de borrego e em alguns pratos de peixe, nomeadamente nos cozinhados de peixe do rio (carpas, barbos, achigãs).

Alecrim - o seu sabor é forte, usado com descrição para temperar pratos de borrego (principalmente em assados), porco, frango, coelho e cozinhados de caça.

Oregãos - deixam um sabor forte e aromatizado, na maioria dos pratos são utilizados oregãos secos. Usam-se em pratos de carne e nas saladas.

Hortelã - pode ser utilizada inteira ou picada, em sopas, saladas, estufados de carne.

Coentros - podem ser utilizadas em refogados e outros cozinhados, ou cruas adicionadas antes de servir.

Tomilho - esta planta pode ser utilizada fresca ou seca. Utilizado principalmente em pratos de borrego, pode dar igualmente bom paladar a pratos de peixe, porco ou frango. Deve ser utilizado com precaução, pois o seu aroma sobrepõe-se facilmente aos restantes.

Estragão - proporciona um sabor forte, mas delicado. Utilizado na cozinha de peças de caça e em pratos de frango.

Manjerona - tem um sabor adocicado. Deve ser adicionada pouco antes do prato estar pronto a servir. Utilizada em pratos de frango.

Salsa
- tudo se aproveita (desde o talo até ás folhas) em sopas, molhos, saladas (deve ser picada),
e em variadíssimos pratos de carne ou peixe.

09
Jul09

MADE IN SOUSEL/ALENTEJO

silvia

 qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência ...  Dois alentejanos estavam a trabalhar para o Departamento de Urbanismo da Câmara de Serpa. Um escavava um buraco e o outro vinha atrás e voltava a encher o buraco. Trabalharam num lado e depois no outro lado da rua.  No fim, passaram à rua seguinte, sem nunca descansar.  Um escavava um buraco e outro enchia o buraco outra vez.  Um espectador, divertido com a situação, mas não entendendo porque eles faziam isto, foi perguntar ao  cavador:  - Estou impressionado com o esforço que os dois põem no  trabalho, mas não compreendo porque é que um escava um  buraco e, mal acaba, o parceiro vem atrás e volta a enchê-lo. O cavador, limpando a testa, suspira:  - Bem, isto pode parecer estranho porque, normalmente,  somos três homens na equipa; mas hoje o gajo que planta as árvores telefonou a dizer que está doente...

esta anedota enviada por minha amiga

clara ...

08
Jul09

Semana Gastronómica do Gaspacho e da Tomatada: de 25 a 31 de Julho

silvia

sql(Semana Gastronómica do Gaspacho e da Tomatada: de 25 a 31 de Julho em Castro Verde


De 25 a 31 de Julho, a Turismo do Alentejo, E.R.T. promove mais uma Semana Gastronómica do Gaspacho e da Tomatada.
 
Iguarias como o peixe frito com arroz de tomate, o gaspacho, a tomatada ou as tradicionais sopas de tomate, são alguns dos pratos que fazem parte do menú desta iniciativa gastronómica, a decorrer em Castro Verde com a colaboração dos restaurantes locais. Uma alternativa refrescante para os dias quentes de Verão que até ao final do mês proporcionará diferentes experiências gastronómicas.

02
Jul09

Coisas da idade

silvia

Uma velhota, durante a missa, inclina-se e diz ao ouvido do  marido:

Acabo de soltar um peido silencioso. Que achas que deva fazer?

Responde o velho:
 
Agora nada. Mas quando sairmos, vamos comprar pilhas novas para o teu aparelho auditivo...

02
Jul09

Alentejo, meu Alentejo!

silvia

Alentejo, meu Alentejo!

Alentejo dos loiros trigais
Onde os ceifeiros cantam madrigais.
Alentejo, planura sem fim
Que, cabes todo, dentro de mim!

Mais do que a neve da serra,
Mais do que a espuma do mar,
O Alentejo é brancura
Á luz branca do luar.
Solidão do Alentejo!
Fontes, cruzeiros e alminhas
Cantam ralos e cigarras
No silêncio das tardinhas.

O pastor do Alentejo
Encostado ao seu cajado
Vai namorando a campina
Que é a mesa do seu gado.
Olhos vagos e profundos
Num sonho, distante, imersos,
Há neles mais poesia
Do que num livro de versos!

Alentejo das debulhas,
Das ceifeiras e dos montados,
Dos ranchos de mondadeiras
Fieis aos seus namorados.
E do cavador tisnado
P'lo sol quente do meio-dia,
Rude, franco e altivo,
Fiel á sua Maria.

Alentejo dos sobreiros,
Azinheiras e olivais
Alentejo, minha terra,
Eu quero-te sempre, mais!
Alentejo das searas
Em Abril a ondular!
E das chaminés, branquinhas
Ao sol-posto a fumegar.

Dos tarrinhos de cortiça,
Das samarras e safões,
Dos pastores e dos morais,
Dos manajeiros e dos ganhões,
Símbolos deste Alentejo
Que eu, p'ra bem poder cantar,
Hei-de beijar a planície
De joelhos, a rezar.



Autor : Maria Águeda Lopes Roseiro

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