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MEU ALENTEJO

ESTE BLOG E DEDICADO AO ALENTEJO E A MINHA TERRA QUE SE CHAMA "ALMODÔVAR"

ESTE BLOG E DEDICADO AO ALENTEJO E A MINHA TERRA QUE SE CHAMA "ALMODÔVAR"

MEU ALENTEJO

25
Jul11

AO ALENTEJO

silvia

AO ALENTEJO
São palavras, é paixão
É um tributo ao Alentejo
É um tributo ao meu passado
É a memória do meu chão
É uma homenagem feita verso
É o verso que fala emocionado
São palavras, é ternura
É o carinho pela terra onde nasci
É voltar a ter infância e reviver
É recordar de cada amigo, uma aventura
É voltar a cada história que vivi
É, no fundo, nesse Alentejo renascer

 

  XICO MENDES

22
Jul11

26 de Julho na PRAÇA DA REPÚBLICA em Almodôvar Comemora-se o Dia dos Avós

silvia
 

 

Santa Ana & São Joaquim

Os Padroeiros dos Avós

 

Comemora-se o Dia dos Avós em 26 de Julho, e esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.

O papel dos avós na família vai muito além dos mimos dados aos netos, e muitas vezes eles são o suporte afectivo e financeiro de pais e filhos. Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes.

As avós são também chamadas de "segunda mãe", e os avôs, de "segundo pai", e muitas vezes estão ao lado e mesmo à frente da educação de seus netos, com sua sabedoria, experiência e com certeza um sentimento maravilhoso de estar vivenciando os frutos de seu fruto, ou seja, a continuidade das gerações.

Celebrar o Dia dos Avós significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria natureza.

 

 

 

26 de Julho    na  PRAÇA DA REPÚBLICA

         18 horas….Acolhimento de Avós e Netos

19-horas….Missa, com o acompanhamento do 

                  Grupo Coral da Paróquia de Almodôvar 

         20-horas….Lanche convívio

21-horas….Actuação do Grupo Coral Feminino

As Flores do Campo de Almodôvar seguido  do Grupo Coral e Instrumental da CMA  

         Vem….. traz os teus Avós os teus Netos, Comida,   

Bebida, Alegria Boa Disposição, nós tratamos do restante Esperamos por ti

                                      

     Associação Ajuda a Sorrir          Grupo Sócio Caritativo

                                 

 

21
Jul11

Tói Domingos Espectáculos em Portugal a partir de Agosto 2011

silvia

Tói Domingos ( nasceu no Rosario /Almodovar ) e vive actualmente na Alemanha
Espectáculos em portugal
13 de Agosto Festa do emigrante Em Ferreira do Zézere
14 de agosto entrevista na RDPInternacional (Abraco de Domingo)
20 de Agosto entrevista na rádio Cidade de hoje em Famalicäo ás 19,30 horas
(programa as nossas raízes)
...20 de Agosto entrevista na rádio digital 105.0 entre as 9 e 10 horas
(programa gente gira)
27 de agosto festa da GNR na Costa da caparica

 

20
Jul11

Feliz dia da amizade !!

silvia

 

Das Maravilhas que cultivo em minha vida,
podes ter toda certeza de que
nossa amizade é uma delas.......
Por mais amizade que existe entre nós,
que sempre seja um pouco mais....
Esta nossa amizade foi uma das conquistas
que jamais sairão da agenda das minhas vitórias....


Feliz dia da amizade !!

17
Jul11

Almodôvar reforça produção de energia eólica

silvia

 


Almodôvar reforça produção de energia eólica

Almodôvar continua a apostar nas energias renováveis, “tornando-se num Concelho totalmente sustentável face às suas necessidades energéticas”, revela a Câmara. Neste momento, está em pleno funcionamento o novo aerogerador no parque eólico do Mú, que se somou aos 13 já existentes, passando o parque a produzir um total de 28 megawatts de potência.
Para breve está prevista a instalação de um novo parque eólico na freguesa de Santa Cruz, que contará com mais 13 aerogeradores. Num futuro breve, o Concelho de Almodôvar terá no total 27 aerogeradores em pleno funcionamento, “tornando-se o principal produtor de energia eólica do Alentejo”, segundo a autarquia.

 

 

Rádio Pax 17/07/2011

 

17
Jul11

Amigos do Facebook no Grupo ALENTEJO TERRA E GENTE no Piquenique em N.S. de Cola/Ourique em 16.07.2011

silvia

Amigos do Facebook no Grupo ALENTEJO TERRA E GENTE

 no Piquenique em N.S. de Cola/Ourique em 16.07.2011

 

Um dia inesquecível..para os amigos Do Grupo ALENTEJO TERRA E GENTE

GRUPO RAÍZES DO SUL ....

 

Na hora do almoço ....

Uma da muitas mesas do pic-nic ...

 Houve  muita alegria para dancar ao som do acordeonista

e do Grupo Raízes do sul ....

 As Amigas ,Ana e Amália.

Grandes amigos Victor Célia e Francisco Afilhado

O Senhor Jesuíno Coelho que participa no

 programa Património a contar as anedotas !!

Duas amigas a Célia e a Fernanda ...

O GRUPO RAÍZES DO SUL

 

Acordeonista a animar a festa no Pic-nic Castro da Cola (Ourique)

Acordeonista a animar a festa no Pic-nic Castro da Cola (Ourique)

 

 

Houve tempo para conversar e descansar....

Amália e um grande amigo o S Manuel Arsénio no pic-nic

No pic-nic os amigos na senhora da cola....

 Depois do almoço houve tempo para conversar ....

 AGRADEÇO AS AMIGAS DO GRUPO ALENTEJO TERRA E GENTE DE ME PERMITIREM

PUBLICAR AS FOTOS

 

 

 

12
Jul11

GRANDIOSAS FESTAS DE VERÃO | 15 a 17 JULHO CORTE ZORRINHO (Almodôvar)

silvia

 

CORTE ZORRINHO (Almodôvar)| GRANDIOSAS FESTAS DE VERÃO | 15 a 17 JULHO

No próximo... fim-de-semana realizam-se as Festas de Verão da Aldeia da Corte Zorrinho, no concelho de Almodôvar. São 3 dias de muita animação e convívio. Os destaques musicais vão para a actuação de Marcelo Filipe na Sexta, o cantor de kizomba, funaná, etc. E no sábado actua a acordeonista Anabela Vicente. Destaque também para o Passeio BTT no Sábado e no Domingo acontece o 2º Encontro de Ciclomotores Antigos.

Aqui fica a programação completa:
15 JULHO

18h00 Abertura da quermesse
19h00 Jantar
21h30 Baile com Marcelo Filipe

16 JULHO

08h00 Passeio BTT (inscrição 10 carretos, inclui t-shirt, reforço alimentar e almoço)
12h00 Almoço
14h00 Torneio de Sueca
18h00 Abertura da quermesse
19h00 Jantar
21h30 Baile com a acordeonista Anabela Vicente

17 JULHO
2º ENCONTRO DE CICLOMOTORES ANTIGOS
09h30 Concentração junto ao Centro Cultural
10h00 Inicio do passeio pelas ruas da aldeia
12h30 Exposição de ciclomotores no recinto da festa
13h00 Almoço convívio
14h00 Entrega de prémios (melhor restauro e mais antiga)

11
Jul11

Fernando Pádua: Viver para o coração

silvia
Fernando Pádua: Viver para o coração
18 Janeiro 2009

 

É um dos cardiologistas portugueses mais conhecidos: simpático, amável e atencioso. Professor catedrático de Medicina Interna e de Cardiologia da Faculdade de Medicina de Lisboa, Pádua traz consigo um percurso brilhante. Aos 39 anos já tinha subido ao grau de professor catedrático.

 

 

Da sua numerosa bibliografia constam perto de 300 trabalhos científicos publicados. Médico, investigador, Fernando Pádua tem sido, ao longo das últimas décadas, o rosto da luta contra as doenças do coração.

 

 

Nasce em Faro quase no final dos anos 20, mas considera-se alentejano de coração. É em Almodôvar que vive os primeiros anos e onde frequenta a instrução primária. Faz uma pausa no discurso e relembra a terra que lhe faz brilhar os olhos: “Só quem lá viveu é que gosta do Alentejo no Verão: terra seca, palha, restolho, aquilo é um encanto...” Aos 10 anos, a família muda-se para Lisboa, mas mantém a ligação a Almodôvar, para onde continua a passar os longos dias de férias de Verão. “Fui muito feliz no Alentejo”, recorda. Já em Lisboa frequenta o Liceu Gil Vicente. “Não era um liceu com ambições e eu descambei um bocado”. Falta às aulas para ficar na brincadeira. “Quase ia chumbando um ano com faltas”. Depois muda para outro Liceu, o Passos Manuel. “Era um Liceu com mais ambições que puxava pelas pessoas. Fui quase o melhor aluno de português”, recorda, “e isso foi o estímulo para recomeçar a estudar”. Acaba o 7º ano como o melhor aluno do curso. E tinha chegado, então, a altura de decidir a profissão. Jura que a família nunca o influenciou para ser médico. “Mas incentivavam-me a estudar”.

 

 

A única influência que teve para seguir Medicina chegou-lhe através de um tio que vivia em Castro Verde onde tinha uma farmácia, e acalentava o sonho de ter um médico na família. Mas Fernando, nos seus 18 anos, ainda não tinha decidido o rumo certo. “Quando acabei o Liceu e fui o melhor aluno tinha ambições de ser qualquer coisa: médico ou engenheiro.” Pensou, então, em concorrer para os dois cursos. Faz primeiro o exame para a Faculdade de Medicina e é admitido. Faltava, no entanto, o exame para o Instituto Superior Técnico (IST). “Até tinha marcado com um professor para me dar explicações de matemática, mas, entretanto, fui chamado para a tropa.” O caminho estava traçado, mas, segundo recorda, “foi com esta imponderabilidade e não determinação que acabei por desistir do curso do IST”.

 

 

Da desilusão ao fascínio

 

 

Os primeiros anos do curso de Medicina, confessa, foram uma desilusão. “A anatomia, fisiologia ou ver cadáveres era uma coisa horripilante. Só no 4º ano é que, pela primeira vez, tivemos aulas com doentes.” Fica deslumbrado. Tinha a certeza que escolhera a melhor profissão. Foi no Hospital dos Capuchos que começa a ter contacto com os princípios de Medicina. Tudo “era um encanto”.

 

 

O contacto com os doentes entusiasma-o cada vez mais. É também nessa altura que surge o fascínio pelas doenças do coração. Ao mesmo tempo em que finaliza o curso de Medicina, Pádua continua com a ligação ao Alentejo. Em Almodôvar já conhecia o Doutor Nazaré, médico da aldeia, com quem troca conhecimentos. “Ele contava as experiências com os doentes de lá e eu contava o que ia apreendendo por Lisboa.” Entretanto, em todo o mundo vivem-se as consequências da segunda grande guerra mundial. Portugal não é excepção e a família do futuro cardiologista também passa por dificuldades. Mas Pádua diz-se protegido pela sorte.

 

 

Porque, apesar de a família não ter muito dinheiro, durante os estudos, ganhou sempre “alguns trocos” a passar sebentas e apontamentos à máquina. Com esse dinheiro comprou livros e até o esqueleto necessário para as aulas de Anatomia. Acaba o curso de Medicina com a brilhante média de 19,4. E a sua estrela da sorte continua a guiá-lo. Estamos nos anos 50, Pádua ganha uma bolsa de estudo e ruma a Boston, nos EUA. «Foi uma experiência incrível. Ainda hoje, tudo o que eu faço vem muito daquele ano que passei em Harvard.»

 

 

De regresso, e com o espírito cheio de conhecimento, começa a ver doentes com o professor Eduardo Coelho, que segundo Fernando Pádua, era o melhor cardiologista português. E cresce o interesse pela cardiologia. “Na cardiologia havia factos. Podia deduzir-se uma coisa, mas registar outra com aparelhos; podia analisar o sopro, ver na radiografia a forma do coração”. Sete anos depois já tinha feito doutoramento e com 39 anos era professor catedrático.

 

 

Entusiasmo na vida

 

 

Não é por acaso que Fernando Pádua é um cardiologista de sucesso, o homem que ao longo dos últimos anos tem dado a cara pelos problemas do coração, o rosto da luta contra o tabagismo. É que, segundo confessa, entusiasma-se com tudo, em especial quando tem companhia. E apesar dos 74 anos, Fernando Pádua tem a vivacidade de quem tem 20.

 

 

O entusiasmo brota no discurso, na postura física, na amabilidade. O segredo de toda a agilidade está na forma como vive a vida. Não combate o stress, mas também nunca tomou medicamentos para o combater. Porque a solução, segundo afirma, é conseguir viver com ele. “Um pouco de stress é bem-vindo na nossa vida. Mas, eu nunca fui muito stressado. Em época de exames estava sempre na maior das calmas.” Ao contrário do que se possa pensar, este militante anti-tabaco fumou até aos 30 anos. “Fumava meio maço por dia. Quando ficava nervoso lá puxava pelo cigarro, mas, naquele tempo, até nas enfermarias se fumava. Não se conheciam bem os perigos do tabaco.” Deixa de fumar quando, nos anos 60, se começaram a saber os resultados dos primeiros estudos sobre os malefícios do tabaco. “Foi fácil porque não era toxicodependente. Tenho pena dos que querem parar e não conseguem: porque sei que se pode fumar e pode parar.” Quanto à alimentação também peca pela boca. “Quem não comete excessos”, comenta. Mas se come demais numa festa, no dia seguinte há penitência. Vigia o peso e diz com orgulho ainda envergar o smoking do casamento. “Tenho o mesmo peso que tinha quando fui à tropa...mas não o tenho através de dieta... é alimentação inteligente: vegetais, fruta, sopa de legumes e reduzir a quantidade de gordura ingerida.”

 

 

Como o comum dos mortais, Fernando Pádua assume-se um “quase cafeínodependente”. É que sem café «não me sinto a carburar». Porque, ainda por cima, da época dos estudos ganhou o hábito de se deitar tarde. “Raramente me deito antes das três da manhã e ainda vou ler para a cama.”

 

 

Artigo realizado em 2001 e revisto em 2009

 

Paula Pedro Martins
jornalista

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